“Deus, sei que não costumo conversar mui

Graveheart setembro 25, 2001

“Deus, sei que não costumo conversar muito com o Senhor. Na verdade, até duvido um pouco de sua divina existência. Mas… Por favor, não me falhe nessa hora…

Dê logo a inspiração para que um de seus afortunados filhos criem um bendito “dermo patch”, mas com cafeína, ao invés de nicotina. E faça com que me seja enviado um lote pequeno desse produto.Digamos, sei lá, uns dois ou três galões…. O Senhor não sabe o quanto isso seria útil em minha vida…

Sem mais, Paulo”

Ih, rapaz… O AP recebeu 1 visita de al

Ih, rapaz… O AP recebeu 1 visita de alguém usando BeOS, 9 do FreeBSD, e 4 do IRIX.

Agora só preciso saber que SOs são esses….

Fazer assinatura de revista tem dessas c

Fazer assinatura de revista tem dessas coisas…..

Ontem recebi um envelope da JBC. Feliz e serelepe (a quanto tempo vocês não lêem essa palavra, né?), já fui abrindo, pensando se tratar da edição especial da Henshin que eles lançaram.

Não.

Era a Henshin #20. A primeira eu recebi a uma semana atrás.

Nunca mais assino nada. Nem cheque…

Mais um pouco de como o mundo funciona:

Mais um pouco de como o mundo funciona:

Eu vou até mastigar bem o raciocínio com a esperança de deixar um pouco mais claro: lá fora, no mundo real, existem pessoas escrevendo software. Elas estudam código, debugam código, escrevem mais código e, finalmente, terminam o software. De repente, eles decidem: vamos vender o software.

Oh! Um belo dia alguém compra o software. E viu que era bom. Com alguns meses, várias pessoas compram o software. E usam, e acham legal. Outra pessoa compra o software, estuda mais um pouquinho e presta consultoria ao software para aqueles que não o entendem ou nao tem tempo. Resultado: lucrou quem usa pq pagou por algo que funciona e está gerando riqueza com ele, lucrou o atravessador pois sem escrever nada e com um pouco de estudo gerou a sua riqueza, e principalmente, lucrou quem escreveu, justamente, pois foi o gerador da riqueza dos outros dois.

Cenário 2: as pessoas que escreveram o software assistiram uma palestra de Richard Stallman ou leram os seus posts. De repente, eles decidem: vamos dar o software de graça e cobrar por serviços, de quebra damos o codigo fonte junto. Um belo dia alguem baixa o codigo da internet. E viu que era bom. Com alguns meses, vários pessoas baixam o software. E usam, e acham legal. Outra pessoa baixa o software, estuda mais um pouquinho e presta consultoria ao software para aqueles que nao o entendem ou nao tem tempo. Só que esse, que não escreveu p.n. de código, e está concorrendo no mesmo mercado que as pessoas que escreveram o software. Já que ele não tem despesas com desenvolvimento, e todo mundo sabe q escrever software custa caro, pode cobrar um preço várias vezes menor que os programadores originais. Por impossibilidade de se manter no negócio com essa concorrencia, os desenvolvedores vão à bancarrota e fecham. O atravessador, feliz da vida, continua lucrando às custas de riqueza q ele nao gerou. Lucros mínimos, pois existem dúzias e dúzias de outros como ele que tb nao escreveram p.n. e estao disputando mercado. E então, num belo dia, uma empresa grande que nao vive de software decide também prestar consultoria ao software. Como ela tem nome reconhecido no mercado e uma larga rede de suporte, e pode baixar o preço para conquistar mercado pois tem outras fontes de renda, invariavelmente destrói também o negócio dos ‘consultores’ que sacanearam o desenvolvedor do software.

E assim fecha-se a concentração da renda nas maos do mamute digital. Que então atribui o desenvolvimento posterior do software ‘livre’ nas maos de sua equipe interna, pois seus lucros já serão altíssimos com a concentração do mercado de suporte q ele conseguiu obter sacaneando os consultores. Isso não é história da carochinha. Está acontecendo hj.

Onde foi que eu deixei aquele folheto da Apple????

Matéria de capa da Revista “Viva!” dessa

Matéria de capa da Revista “Viva!” dessa semana:

“Abra o seu negócio!”

O pensamento malicioso eu deixo pra vocês….

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