Samurai X 12, Holy Avenger 25: Quem é que é o andarilho sem rumo?

30 de dezembro de 2001

Nada de muito genial em Samurai X 12. Continuamos com o personagem vivendo
sua vida sem maiores sobressaltos. De diferente, apenas mais uma história extra,
dessa vez sem quase que nenhuma ligação com a versão final de Rurouni Kenshin (
exceto pelo fato de que o personagem central dessa história será futuramente
reciclado para se tornar o Mestre de Kenshin ). História interessante, mas nada
além disso. Na “cronologia normal”, a série ainda continua sendo uma história de
como alguém pode espiar seus pecados e se tornar alguém melhor apesar de tudo o
que já fez de ruim na vida.

E … Holy Avenger? Sobre o que Holy Avenger é?

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Edgar Allan Poe dizia que não há necessidade de se preocupar em dar uma moral
a uma história. A moral aparece sozinha conforme a história caminha. Talvez isso
seja certo no que se refere a moral, mas nem de longe se aplica ao tema da
história. Isso é algo que todo o autor deve começar a pensar no momento em que
começa a história ou mais cedo ou mais tarde a falta de uma linha a ser seguida
vai começar a pesar e a puxar a história prá baixo.

Mas, de uma forma ou de outra, o tema da história é algo que deveria estar
evidente logo nas primeiras edições de qualquer revistas. Desde que ficamos
sabendo que Kenshin é um ex assassino frio e calculista, e que agora tenta viver
como um andarilho, ajudando os outros da melhor maneira que pode, ficamos
sabendo que o tema da história é “homem tentando espiar seus pecados”. Uma das
razões para Dragon Ball ter se tornado tão ruim foi justamente o fato de que em
algum ponto o tema de “juntar sete esferas para realizar um pedido” foi
esquecido e substituído por sabe-se lá o que. Para compensar a falta de um tema,
apareceram mais e mais personagens, mais e mais viradas estrambólicas de roteiro

Edição 25 da Holy Avenger. Mais da metade da série se foi e sobre o que é que
essa série fala? Ela esta muito legal mas … mas reviravoltas, estrambólicas,
novos personagens a todo momento … e o grupo de heróis central ainda nem se
reuniu … Dá medo do que pode ocorrer …

No mais, um teste sobre Holy Avenger bem divertidinho ( qualquer dia eu cobro
meu prêmio ) e um “bastidores” interessante sobre a confecção da série. Na
história, nada que diga para onde a série vai. Mistérios são bons, mas desde que
se resolvam a contento.

Ah, e só para que não digam que eu não falei das flores, a Revista Tormenta
foi retomada sem uma periodicidade regular.

Marcus Winicius, questions, questions … many you ask … about the future, and some
about the past

Cássia Eller morreu. O estranho é que ho

Cássia Eller morreu. O estranho é que hoje prometi a mim mesmo tirar férias do mundo, e só descobri isso depois das 23:00. Sei lá, é estranho. 2001 parece ter sido um ano feito só de desastre…. E gente famosa morta! Mário Covas, Cássia Eller, Marcelo Frommer, Herbert Vianna (esse foi quase, mas da próxima não escapa.), e muitos outros, sem contar os mais de 5000 no WTC.

Rezo, realmente rezo, para que 2002 seja melhor…. Mas….

Para não sempre o último em alguma coisa, quero ser o primeiro em fazer piadas politicamente incorretas….

“Você foi mais uma heroína nossa que morreu de overdose. vai em paz.” – Essa veio de um cara que escreveu no IG

Ela chega no ceu e o cazuza fala:

“Cassia Eller, q bom q vc chegou!!”

“Por que??”

“Porque eu naum aguentava mais o Tom Jobim!” – Essa é by Yabu…..

“Quem sabe ainda sou uma drogadinha….

Fumando apenas um baseado…

Esperando o traficante da escola” – Essa é minha, quem diria!

“Dificil, vai ser aguentar as mulheres dizendo terem filhos com a coitada….” – Essa também é minha…

“Achar o céu vai ser fácil pra ela. Já vivia ‘alta’ e viajando legal mesmo…” – Essa também…

E, para que ninguém pense em me matar, vai aí a piada de humor negro mais estúpida que já ouvi em toda minha vida:

“Sabe qual foi a última coisa que passou pela cabeça do Ayrton Senna?”

A suspensão do carro….

Rayearth 7. Olha mamãe, sem revista!

27 de dezembro de 2001


Tava eu lá chegando na banca, reclamando que a tempos não
saia nada, quando me deparo com Rayearth 7! Saiu! Finalmente! Mas e dai?!? Eu
não Comprei!

Pois é … nova fase de Rayearth, inédita, uma nova luta no Mundo de Zephyr,
novos personagens … Mas com o custo de 3,40 centavos. Só a titulo de
curiosidade, com mais 1,50 ( menos do que um Cornetto ou Troppo, que batem muito
bem com esse calor ), você leva para casa uma Isto É, Veja, Época ou ainda uma
Caros Amigos, revistas informativas sobre política, economia, etc.

E ai é aquele momento em que você me pergunta o que uma coisa tem a ver com a
outra … Bom, tem tudo a ver. Embora essas revistas não tratem de Mangá e Animê,
vez por outra eu gosto de lê-las. Ou gostava ao menos … A enxurrada de títulos
de mangá nas bancas me atingiu de maneira violenta, abatendo da minha lista de
compras Dragon Ball. Sakura não chegou a frequenta-la, Evangelion só deu uma
passada prá dizer que tava por ali e já caiu fora. Vagabond também se não
melhorar em alguns números. Rayearth não teve a mesma sorte. Saiu no mesmo dia
em que o novo número da Dragão Brasil, que, aliás, ao menos nesse número, também
não tem nada a ver com mangá e animê.

Isso tudo é só prá dizer que, antes de pensarem em trazer novos títulos, as
editoras devem se preocupar no que é que vão fazer com os que já estão nas
bancas. A Conrad traz agora Evangelion, Vagabond e e … aquele dos livros e das
garotas, com um cara que parece mulher … bom, enfim, aquele lá … se é que
não foi cancelado … não se falou mais nada … a averiguar … mas, de um
jeito ou de outro, eles não estão ai para substituir Dragon Ball, que já esta
caminhando pro fim. É MAIS material. Até quando ( ou quanto )  o mercado
pode suportar? E as editoras levam em conta que mangá não é a única coisa que os
consumidores de mangá e animê compram?

Se bem que … muitas pessoas batem no peito dizendo e alardeando que compram
tudo o que se publica de mangá e animê, como se com isso estivessem fazendo algo
por uma causa sagrada, e isso é péssimo. Vagabond foi feito e pensado para um
público completamente diverso ao de Sakura Card Captors. Como é possível que uma
pessoa que goste destes dois mangás ainda goste da novela que é Video Girl Ai e
da pancadaria irracional que é Dragon Ball Z? Quem faz isso, ao meu ver, e, ao
menos na maioria dos casos, não possui o mínimo de espírito crítico, e
simplesmente compra um mangá porque considera a palavra uma espécie de grife,
uma marca. E tal atitude também não ajuda em nada o mercado.

Para alguém que paga as próprias contas, colecionar diversos títulos
disponíveis nas bancas se tornou um problema que exigiu soluções radicais. E eu
não vou abrir mão de ler outras coisas, de pagar um provedor de internet, de
sair com a minha noiva, enfim, da minha vida, para inchar um mercado e fazer com
que as editoras tenham uma idéia errada do que estão fazendo ao trazerem tantos
títulos. Aos editores que por ventura nos visitam, venham até o fórum para que
possamos discutir sobre a saturação. Ao menos por enquanto, dois dedinhos de
prosa ainda são um dos métodos mais baratos de entretenimento.

Marcus Winicius, The spirits dream inside, the spirits dream inside ( cara
… esse é o tema que toca durante os créditos finais do Final Fantasy, The
spirits within. Devo ter ouvido essa música umas quarenta vezes só hoje, e tô
querendo ouvir mais! )

Tirei 10 naquela maldita prova de Labora

Tirei 10 naquela maldita prova de Laboratório de Programação! E a nota só foi sair 10 dias depois do fim das aulas!

Acho que foi só pra eu não poder mandar o professor enfiar aquela nota no….

Feriadão. Eu olhei para ele. Ele olhou p

26 de dezembro de 2001

Feriadão. Eu olhei para ele. Ele olhou para mim. Pintou aquele clima, aquela saudade, aquela vontade de tocá-lo.

Aproveitei que ninguém tava vendo, peguei-o e levei para o meu quarto. Liguei todos os cabos necessários, e mandei ver no jogo (hehe. E vocês pensando bobabem). Poxa, quase 10 meses sem jogar o Playstation do meu irmão, e eu ainda me lembro como fazer final no Megaman X4. O susto foi quando eu vi que já tinham lançado Siphon Filter 3 e Megaman X6. Preciso me atualizar…..

“Nós, do site XXXXXXXXXX informamos que

“Nós, do site XXXXXXXXXX informamos que estaremos em recesso durante o mês de janeiro, fechando assim o acesso ao nosso site pelas próximas semanas, para que ninguém acesse e perceba que estamos sem atualizar com aquelas notícias que tem uma semana de atraso e pegamos de outros sites de notícias. E, para o ano que vem, prometemos um monte de novidades, como a banda ‘Orangotangoz’, a primeira banda feita com personagens virtuais do mundo, onde estaremos disponibilizando o single ‘Dirty Harry’ para download em mp3. Porque, como todos sabemos, os símios também possuem código livre, e podem ser utilizados à vontade…”

Já imaginaram? Pois pode acontecer….

Fato engraçado do “Aluno Nota 10″:

24 de dezembro de 2001

Fato engraçado do “Aluno Nota 10″:

Sílvio Santos: “Em que Continente ocorreu a Guerra do Vietnã?”

Aluno (do Rio de Janeiro): “Na Ásia”

Sílvio: “E como você sabe que a guerra foi lá?”

Aluno: “Porque o Vietnã fica lá, ué!”

Quem diria, há vida inteligente no Rio de Janeiro. Posso jurar que ele é paulista que se mudou pra lá….. =P

Voltei…. 5 copos de champanhe depois,

Voltei…. 5 copos de champanhe depois, achei melhor passar o sábado sem escrever abobrinhas aqui. Aliás, um pequeno comentário depois do Fantástico: Melhor nunca aceitar o convite de uma refeição tipicamente chinesa.

Carne de Cobra nunca!

Ah! Vai ter festa no meu trabalho hoje.

21 de dezembro de 2001

Ah! Vai ter festa no meu trabalho hoje. Eu por mim não ia, mas tem aquele esquema de ser “sociável”. Portanto, não me esperem no ICQ….

Aliás… vocês são bem trouxas por esperar algo de mim, não?

Ranma 1/2 #20

Esse demorou! Mas conseguiu sair antes do final… (”Tá, já sei, do final do ano. Não precisa ficar repetindo….”). Veja a capa clicando aqui
Nessa edição, Ranma precisa encarar Akane depois do “beijo de gato” da edição passada, além do retorno de Shampoo, que também caiu em uma das fontes amaldiçoadas. E, se não for o suficiente, Mousse aparece e desafia Ranma para um duelo, valendo a… Akane!
Uma edição cheia de sensualidade (ah… a doce Shampoo….), mas que peca pelos problemas de distribuição da Animangá, e também pela escolha do papel, que voltou a ser aquele utilizado nas primeiras edições. A obra de Rumiko Takahashi com certeza merece um tratamento melhor….

Recomendado. Mas só se você se amarra em comédias românticas com lutas e lindas garotas com tudo (ou quase) de fora…..

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