Frio. Frio. Frio. Um dia depois de expor meus problemas com esse sentimento, ocorre um dos dias mais frios do ano. O inverno chega, trazendo com ele toda a melancolia e tristeza. Como já vi certa vez em um filme, “adoro quando chove, pois ninguém pode ver minhas lágrimas”. E eu adoro o inverno, pois ninguém pode perceber como estou triste.
E é com esse vento frio me açoitando a face, essa vontade de jogar tudo pro alto, olhar pro céu e gritar “Muito bem! Agora somos só eu e você!”, essa dúvida estranha que me assalta novamente, que eu só consigo pensar numa coisa:
“Puta que pariu, nunca senti tanto frio! Amanhã eu uso DUAS blusas!”
Ah, vai! Vocês não queriam mesmo que eu fizesse uma profunda análise psicológica da minha vida com todo esse frio, queriam?
