Samurai X #24 & Vagabond #8 – O ataque dos Samurais Xaolin

31 de julho de 2002

E lá vamos nós para mais uma resenha dupla. Afinal, falta de tempo é falta de tempo. Dessa vez, com dois mangás de samurais, um voltado para a fantasia heróica, e o outro, voltado para a realidade histórica. Mas….. Qual é qual?

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Samurai X continua mostrando os heróis na luta contra Shishio, dessa vez tentando impedir que a cidade de Kyoto seja incendiada. Mas.. Será esse o verdadeiro plano de Shishio? E conseguirão os simples moradores de Kyoto impedir que um grupo treinado concretize seu plano? Um número cheio de ação, com direito a várias piadinhas visuais que Nobuhiro Watsuki insere na trama. E, de brinde, quatro páginas com seções de cartas e arte dos leitores. Aliás, é estranho que essa seção tenha sido colocada justo na edição que foi lançada na Animecon, quando a própria JBC admitiu que não podia inserir esse tipo de “extra” nos mangás por questões contratuais… Um dos muitos mistérios editoriais que dificilmente vamos entender…

Já Vagabond, lançado sem nenhum alarde durante o Animecon (aliás, essa edição nem mesmo podia ser ENCONTRADA no estande da Conrad…), continua mostrando a saga de Musashi, enquanto ele tenta se tornar o lutador mais forte do Japão. Nessa edição, Takezo continua seguindo seu caminho para o Templo Hozoin, mas acaba encontrando uma estranha figura no caminho que (surpresa!) decide lhe ensinar uma importante lição (sic). Uma edição do tipo “tapa buraco”, onde o que fica é a esperança de que as próximas edições mostrem o desenrolar de tudo o que foi mostrado até aqui.

Interessante notar uma diferença essencial nesses mangás: Enquanto Samurai X é uma história essecialmente fantasiosa, o autor se esforça em introduzir fatos reais suficientes para que o leitor sinta que os eventos que ele mostra realmente aconteceram daquela forma, ou que poderia ter acontecido. Já Vagabond, que se esforça para parecer real, em vários momentos desaba para uma “pseudo-realidade”, criando situações inverossímeis, ou no mínimo hilárias, na tentativa de acrescentar detalhes dos mangás “heróicos” em sua história. E essa edição é recheada de momentos assim. Momentos que, apesar do traço realista, você não consegue aceitar como um fato real. O que é bem triste. Vagabond é vendido como uma história adulta, inspirada em fatos reais, mas na verdade continua sendo uma história cheia do escapismo padrão dos mangás de heróis. Com a diferença de que aqui os personagens ainda não gritam o nome dos golpes antes de executá-los….

Barbie Girl

- Hi Barbie!

- Hi Ken!

- You wanna go for a ride?

- Sure, Ken!

- Jump in!

- Ha ha ha ha!

I’m a Barbie girl in the Barbie world

Life in plastic, it’s fantastic

You can brush my hair, undress me everywhere

Imagination, life is your creation

Come on, Barbie, let’s go party

I’m a Barbie girl in the Barbie world

Life in plastic, it’s fantastic

You can brush my hair, undress me everywhere

Imagination, life is your creation

I’m a blonde single girl in the fantasy world

Dress me up, take your time, I’m your dollie

You’re my doll, rock and roll, feel the glamour and pain

Kiss me here, touch me there, hanky-panky

You can touch, you can play

You can say I’m always yours, oooh whoa

I’m a Barbie girl in the Barbie world

Life in plastic, it’s fantastic

You can brush my hair, undress me everywhere

Imagination, life is your creation

Come on, Barbie, let’s go party, ha ha ha, yeah

Come on, Barbie, let’s go party, oooh, oooh

Come on, Barbie, let’s go party, ha ha ha, yeah

Come on, Barbie, let’s go party, oooh, oooh

Make me walk, make me talk, do whatever you please

I can act like a star, I can beg on my knees

Come jump in, be my friend, let us do it again

Hit the town, fool around, let’s go party

You can touch, you can play

You can say I’m always yours

You can touch, you can play

You can say I’m always yours

Come on, Barbie, let’s go party, ha ha ha, yeah

Come on, Barbie, let’s go party, oooh, oooh

Come on, Barbie, let’s go party, ha ha ha, yeah

Come on, Barbie, let’s go party, oooh, oooh

I’m a Barbie girl in the Barbie world

Life in plastic, it’s fantastic

You can brush my hair, undress me everywhere

Imagination, life is your creation

I’m a Barbie girl in the Barbie world

Life in plastic, it’s fantastic

You can brush my hair, undress me everywhere

Imagination, life is your creation

Come on, Barbie, let’s go party, ha ha ha, yeah

Come on, Barbie, let’s go party, oooh, oooh

Come on, Barbie, let’s go party, ha ha ha, yeah

Come on, Barbie, let’s go party, oooh, oooh

- Oh, I’m having so much fun!

- Well, Barbie, we’re just getting started!

- Oh, I love you Ken!

E a dica do dia é

E a dica do dia é: Aconteça o que acontecer, nunca se deve dar uma designação felina a uma garota, mesmo que em forma de elogio.

Holy Avenger, Tsunami e Dark Angel, ( nem ) tudo é farinha do mesmo saco

30 de julho de 2002

Então vá lá … mais uma história de fantasia medieval,
Dark Angel ( formatinho, ordem de leitura ocidental, R$ 3,90 ), do festejado Kia
Asamiya, e mais um título da Trama, o já há muito anunciado e aguardado
Tsunami ( R$ 2,50, formato americano ). Por que não aproveitar a falta de tempo
e resenhar tudo de uma vez?

Para a resenha propriamente dita, clique em Ler Mais

Perguntando a um amigo o que ele estava achando de Gundam
Wing no Cartoon Network, ele pensa um pouco e sai com essa. “Olha, seria mais
legal se soubessem que tem alguém assistindo. Todo mundo fica falando de um
monte de coisa toda hora e nem se preocupam em explicar prá você o que é que
esta acontecendo.”. É fácil de explicar essa sensação em Gundam Wing. Com
mais de vinte anos de tradição nas costas, várias referências são
auto-explicativas. Pressupõe-se que o expectador já possui algum conhecimento
sobre aquilo que se esta exibindo, como ver, por exemplo “Guerra nas
Estrelas” e saber que o cara de preto é o vilão, mesmo que ninguém lhe
diga. Realmente, nada mais sem sentido do que ficar parando a todo momento da
narrativa para explicar coisas que com o passar dos anos foram se tornando mais
e mais óbvias. Se neu amigo teve a sensação de descaso por parte dos
realizadores de Gundam Wing, foi pelo fato de que aqui Gundam Wing é a primeira
coisa que chega de Gundam.

Agora, Holy Avenger e Dark Angel não possuem os mesmos
trinta anos de tradição nas costas. Quase que a totalidade da edição 31 de
HA é dedicada a mostrar em detalhes o malvadão novo vilão Sckarr Shantallas,
o terrível Rei Dragão Vermelho que comanda um dos muitos reinados de Arton e
que foi responsável por muitos percalços na vida do grupo de aventureiros do
qual fazia parte o Paladino em sua existência. O problema aqui, além de
introduzir de tal complexidade perto do encerramento da história, foi fazer uso
de elementos quase que exclusivos do RPG. Por exemplo, em ALGUNS sistemas de
Rpg, dragões emanam uma aura de medo ao seu redor, podem assumir forma humana
entre outras coisas, nem todas de domínio público, muito menos de conhecimento
de quem não joga Rpg. É certo que alguma coisa sobre os Dragões de Arton já
foi falado desde a introdução de Belugha, a Rainha Dragão-Branca, na história,
mas, ao se aproximar do fim de HA, se tem a impressão de que tudo começa a
correr, não a mais espaço ou tempo para se explicar com calma as minúcias do
cenário e dos personagens que o compõe para aqueles que não são
familiarizados com ele. Como um dos resultados, a apresentação de Sckarr
Shantallas não surte o efeito desejado. No lugar de um aterrorizante e cruel
Rei Dragão, temos um daqueles vilões de filmes de fantasia no melhor estilo
Sessão da Tarde, que matam subordinados às dúzias, mais uma caricatura do que
um grande vilão.

E um dos mais fracos pontos fortes de HA, a ausência de
combates, continua, e é um dos únicos pontos fortes de Dark Angel. Esse
primeiro número da saga do jovem espadachim Dark despeja um combate atrás do
outro para tapar a completa falta de sentido, conteúdo e graça na história.
E, da mesma maneira que HA, DA a todo momento cita e cobra do leitor
familiaridade com elementos que ele não possui a mínima obrigação de
conhecer, o que é ainda mais grave em uma PRIMEIRA edição. Se a intensão era
causar surpresa a cada nova revelação, o que se consegue é pura e
simplesmente abusar da paciência do leitor.

Ambos os autores, Marcelo Cassaro e Kia Asamiya, deveriam
ler a ultima história que compõe essa primeira edição do Tsunami, e única
da autoria de Denise Akemi, mas com desenhos de Gisele Mayumi. As três histórias
que compõe a revista são histórias fechadas e acima da média do que se vê
em publicações como a Desenhe e Publique Mangá ou a Talentos do Mangá, mas,
é nas quatro páginas de “Confiança” que Denise Akemi consegue mostrar na
medida certa que é possível se contar umahistória com conceitos e idéias que
existem de maneira clara apenas na cabeça do autor da história, sem exigir
demais do leitor, de sua paciência, nem trata-lo como ignorante. Afora isso, a
arte de toda a Tsunami é excelente. Não só a arte, como ocorre com Dark Angel

 

Marcus Winicius, Já comi muito, a farinha do desprezo

Lista de coisas engraçadas no Animeconbr

29 de julho de 2002

Lista de coisas engraçadas no Animecon:

- Cosplayers fora do comum. Como aqueles robôs de preto do Medabots.

- Editor dando desculpa sem vergonha para o cancelamento de uma revista (revista, aliás, que estava GARANTIDA PARA MAIS DE QUATRO EDIÇÕES!!!!!!!!)

- Editor me encarando perto do shopping e eu encarando de volta.

- Editor perguntando pra um amigo: “O Paulo tá por perto?”

- Cosplayers femininos absurdamente bonitos e “reveladores” apesar do frio glacial.

- A apresentação daquele grupo meio doido, amigos do mushi-san.

- A busca pela Linux Mall perdida.

Epitáfio – Titãs

Epitáfio

Titãs

(Ségio Britto)

Devia ter amado mais, ter chorado mais

Ter visto o sol nascer

Devia ter arriscado mais e até errado mais

Ter feito o que eu queria fazer

Queria ter aceitado as pessoas como elas são

Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração

O acaso vai me proteger

Enquanto eu andar distraído

O acaso vai me proteger

Enquanto eu andar

Devia ter complicado menos, trabalhado menos

Ter visto o sol se pôr

Devia ter me importado menos com problemas pequenos

Ter morrido de amor

Queria ter aceitado a vida como ela é

A cada um cabe alegrias e a tristeza que vier

O acaso vai me proteger

Enquanto eu andar distraído

O acaso vai me proteger

Enquanto eu andar

Listas de motivos para eu não votar em alguém

Listas de motivos para eu não votar em alguém:

- Cidadão que se lança como vereador, fica dois anos fazendo porra nenhuma, e depois larga mão da candidatura e se lança como deputado, exigindo meu voto. Não tem coisa mais deplorável do que candidato que vê eleitor como trampolim político.

- Cidadão que nunca foi nada na vida, e está a mais de 16 anos brigando pra ser presidente. Nesse meio tempo, ele já podia ter sido governador, prefeito… Se ele é bom demais para ser alguma coisa abaixo de presidente, meu voto é bom demais pra ele.

- Qualquer um do PT. Aliás, qualquer um do PT que não faça nada além de só reclamar do governo e criar baderna, mas que fica fresco quando ganha as eleições, e fica chamando toda reclamação de “intriga política para desestabilizar um governo honesto…”(sic). Claro, considero que o partido não faz o candidato, mas não conheço UM do PT que não faça isso….

- Candidato que volta e meia é pêgo em escandâlo e ainda assim tem cara de pau pra voltar.

- Parente.

Aproveitando o meu estado psicológico

27 de julho de 2002

Aproveitando o meu estado psicológico deplorável, achei melhor dedicar o meu dia a baixar alguns jogos antigos, arrumar meu quarto, e selecionar algumas revistas para trocar em sebos. Edições especiais tão ruins que eu não consigo mais ler, minisséries chatas e/ou inacabadas, ou simplesmente coisas que eu já não quero mais ter comigo. Segue abaixo um preview da lista que vai pro saco:

- Terra 1

- Anime EX 1 a 6

- Alguns números da Herói 2000

- Guerra nas Estrelas – Uma nova Esperança (não, não vou continuar comprando, dane-se)

- Gen 13 & WildCats (completo)

- Gen 13 – Ed. Globo (completo)

- Blue Fighter

- Arquivo X

- Algumas edições da Sci Fi e da Set.

E por aí vai. Acreditem, os sebos são uma fonte maravilhosa para se encontrar edições antigas e interessantes. Com sorte, em ótimo estado de conservação.

Decepção na viagem inveja no trabalho mã

26 de julho de 2002

Decepção na viagem, inveja no trabalho, mãe no hospital, e explosões…. Tudo na mesma semana.

Uma vez um amigo disse que a simples junção de “amor” e “Paulo” na mesma frase pode gerar resultados imprevisíveis e ruins.

Mas isso já é abuso.

Bem que pelo menos DESSA VEZ o Universo poderia cooperar a meu favor…..

Site Oficial de Gundam Wing no Brasil

24 de julho de 2002

E a invasão dos mechas continua! Aproveitando o embalo do lançamento do anime, a Cartoon Network colocou no ar o Site Oficial de Gundam Wing. Com boas informações, material para download e jogos, o site é uma boa pedida para os fãs dos mechas.
Lembrando que a Panini pretende publicar o mangá de Gundam W no Brasil ainda esse ano, e que a Herói Mangá desse mês contém uma matéria bem completa sobre o universo Gundam.

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