Fato cada vez mais raro naquela que promete ser a mais
longa e bem sucedida ( ao menos comercialmente ) série em quadrinhos brasileira.
Uma edição interessante e realmente divertida, no melhor estilo dos primeiros
números de Holy Avenger. Enquanto os vilões comemoram seu sucesso e aproveitam
prá explicar aos leitores seus planos, Niele recém-ressuscitada se une a Sandro,
Tork e Anne e os avisa da urgência em encontrar Lisandra, além de explicar a
razão de seu ódio ao Paladino.
O único senão dessa edição é o já previsto clima de
correria que fica, com coisas que poderiam ser melhor explicadas não tão bem
exploradas quanto deveriam, e a já lendária falta de combates. Resta saber se as
edições restantes de Holy trarão o mesmo clima desta, algo melhor, ou o que
vimos nos ultimos três números, com uma perceptível queda na qualidade de
roteiro. E, de quebra, fotos da AnimeCon 2002. Melhor do que material
requentado, sem dúvida …
Marcus Winicius, para todo o mal, há cura


