Resumão do carnaval: Sábado foi aquilo que eu já falei. Domingo eu só dormi, e aproveitei pra deixar baixando um monte de revistas no DC++. Segunda não fiz nada também, só arrumei meu quarto e fiquei jogando Megaman Battle Network.
E, hoje, passei um pouco da tarde ensinando ex-paquera do tempo do ginásio a mexer com Delphi.
Vidinha mais besta….
Mas existem continuações boas. E a Capcom até que sabe fazer algo nesse sentido. Megaman Zero 2 é muito bom, justamente por não tentar inovar em um monte de coisas. O sistema de jogo continua quase idêntico, e apenas alguns upgrades já fizeram toda a diferença (além dos novos vilões, história e “etceteras”, claro…)
Megaman Battle Network 3 vai pelo mesmo caminho. Ainda não joguei o 2, mas do 1 para o 3 as mudanças no sistema e no visual do jogo são bem pequenas, dá a impressão de que o que houve foi uma “lapidação” no sistema, acrescentando funcionalidades ao sistema sem que a graça do mesmo se perca.
Claro, há muita coisa inútil ou simplesmente boba, que poderia ser melhor. O sistema de Estilos é um exemplo claro. Para ganhar um novo estilo, você precisa seguir determinados padrões durante as lutas (atacar com o canhão carregado, só usar chips de defesa, usar megachips….), e os estilos que aparecem dão (poucos) bônus no padrão seguido por você (habilidade para usar mais megachips, capacidade de defesa ampliada, etc.). E você só pode ter um único estilo por vez. Ou seja, se você acha que o estilo Guts está sendo pouco útil no momento e gostaria de usá-lo somente mais tarde, vai ter que deixar de usá-lo, tentar conseguir outro, deixar de usar o outro, e voltar a tentar conseguir o Guts mais pra frente. Junte a isso os Elementos (fogo, agua, eletricidade e madeira), escolhidos aleatoriamente quando você ganha um novo estilo, e você terá uma grande dor-de-cabeça para descobrir qual o melhor Estilo-Elemento que se encaixam na sua filosofia de jogo. Lógico, nada te impede de ficar umas 10000 horas matando virus para conseguir todas as combinações possíveis, mas… Quem em são consciência teria paciência pra isso?
Não sei o que diabos acontece com as gamehouses, que em sua maioria só sabem fazer burrada quando lançam uma nova versão de um jogo.
“Yu-Gi-OH - The Eternal Duelist Soul” é um dos melhores jogos de cards que eu ja vi portado para um videogame. O sistema é extremamente rápido (e você pode torná-lo mais rápido, se quiser…), a manutenção do baralho é simples e funcional, as cores do jogo agradam bastante (afinal, você vai ter que ficar olhando pra tela durante horas e horas se quiser encerrar o jogo…), e o sistema de “ir vencendo para ganhar novos booster packs” é bem legal, garante que você não se entendie logo no começo. Um jogo com sistema simples, a complicação fica toda na hora de criar um baralho realmente decente para enfrentar os oponentes.
Já “Yu-Gi-OH - World Championshi Tournament 2004″ é o extremo oposto disso, embora tenha um visual parecido. Aliás, a impressão que se tem é que os programadores pegaram o jogo original, tiraram tudo aquilo que deixava o jogo legal, incluiram algumas cartas novas, e jogaram no mercado. Quase tudo ali é ruim, o sistema é MUITO lento (e algumas opções durante o jogo só pioram tudo…), a manutenção do baralho é uma das coisas mais confusas que eu já vi, de deixar qualquer um maluco. Em 10 minutos de jogo, eu desisti de tentar entender qual a graça do jogo, e voltei pro original.
Nessas horas, fazer o download da ROM e jogar no emulador é que faz a diferença. Eu teria ficado MUITO puto se comprasse esse cartucho…..
Bom, mudei o visual. O outro não era muito legal de alterar, me deixava muito preso, sem opções. Esse é bem mais simples, mas me permite fazer muita coisa legal.
E não fica parecendo um acidente de carro quando visualizado em outros browsers que não o IE6.
Vou arrumar o visual para as outras páginas (arquivos, comentário, etc.) ainda hoje, ou no final de semana.
Em tempo: O personagem “Bola da Vez” é o Duo Maxwell, do Gundam Wing. Vou ver se faço os comentários com mais imagens dele.
Escola de Rock é um filme legal, e só. Já vi muito “hype” em torno do filme, mas no final ele se resume a um gênero comum de comédia (cara finge ser o que não é para ganhar alguma vantagem, e no final acaba mudando a vida das pessoas que enganou, assim como a própria vida…).
Tá, Jack Black está bem à vontade no papel, e as crianças parecem ter se divertido muito (aliás… É impressão minha, ou aquela mina que toca baixo não fala em nenhum momento do filme?), e uma ou duas cenas do filme são realmente engraçadas (justamente por serem absurdas…). Mas o resto é clichê. Você já viu antes, em algum outro filme. E só vai gostar de ver de novo se a camada de rock durante o filme for o que você está querendo curtir.
No geral, Escola de Rock vai acabar virando presença garantida na Sessão da Tarde, daqui a alguns anos.
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