Uma das coisas mais interessantes sobre os filmes dos irmãos Farrelly é que, por debaixo de todas aquelas situações absurdas, um tema que nunca deixa de aparecer é o amor. Quem vai ficar com Mary falava de lutar por um amor que se julgava impossível. Eu, Eu mesmo e Irene fala da perda do amor e a subsequente desilusão, assim como a importância de não guardamos a dor dentro de nós. O amor é cego é claro em sua premissa: A verdadeira beleza é a interior, e o verdadeiro amor não se baseia em estereótipos de beleza. E Ligado em Você não foge dessa regra, mas dessa vez os autores decidiram trabalhar em um amor mais profundo: o amor entre irmãos.
Bob e Walt são irmãos siameses, e não podem se separar através de uma cirurgia. E, ao invés de encararem isso como uma maldição, eles resolvem dar a volta por cima, e viverem da melhor forma possível. Um ajudando o outro. Um completando o outro. Um compensando as deficiências do outro. O que se forma então é um tipo de amor entre irmãos raramente visto em qualquer lugar. Bob e Walt são totalmente diferentes, e cada um deles tem uma idéia distinta sobre como se deve aproveitar a vida. Mas eles se respeitam, e fazem o possível para garantir a felicidade um do outro. Mesmo que isso signifique sofrer, ou enfrentar situações que eles normalmente evitariam.
Vale a pena assistir. Se você só se importa com as piadas sobre deficientes, vai se divertir. Se você é daqueles que gostam de arranhar a casca de superficialidade e se aprofundar na essência dos personagens, vai encontrar uma ótima história sobre amizade, carinho, e respeito.
Não demorou a polêmica….
Se eu fosse chato, e eu sou, mandava prender o cara por ter baseado o pedido de proibição em um ato ílicito. ISSO SIM, seria interessante….
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Trauma é fogo…. ontem tive que dar uma passada no Carrefour, e achei que seria interessante dar uma olhada nos cds e dvds a venda por lá.
E fiquei uns cinco segundos avaliando se minha passagem pelo detector poderia disparar o alarme…..
Fim da auditoria interna na minha empresa, 50 não-conformidades encontradas. É divertido ver como algumas pessoas simplesmente tiram o corpo fora e tentam empurrar a responsabilidade pra cima de mim na hora que a casa cai, mas depois não aceitam a minha ajuda para a solução do problema de forma alguma, mesmo que a solução envolva a mudança de um procedimento do meu setor.
E nem vou comentar sobre o “Canceroso” (apelido do novo funcionário do meu setor, que fuma em torno de 20 vezes por dia), contratado para portar o sistema da empresa de Clipper para Java, mas que até agora (mais de um mês depois que foi contratado) só fez promessa em cima de promessa, e mostrou como único resultado a capacidade de até agora não saber o mais básico das operações do meu setor……….
PS: O Picollo fez sucesso…..
Faculdade, aula de Engenharia de Software. Para um trabalho do ano todo, é decidido que os alunos deverão se reunir em grupo e formar uma empresa. Como ninguém ainda haiva entregue o “folder da empresa” (o nome dos componentes do grupo e o nome da empresa), o professor resolve fazer um longo discurso sobre a importância de se tratar bem o cliente, depois olha pra mim e pergunta o que eu responderia para um cliente caso ele me pedisse um folder e eu não tivesse.
“Diria a mesma coisa que já me disseram uma vez: Que o papel da gráfica acabou, e o novo folder com os produtos atualizados não estava pronto….”
Mais tarde, o papo é sobre a importância de manter os softwares bem documentados, com uma métrica padronizada, etc. e tal, para que o cliente não reclame de problemas. E ele aponta pra mim e pergunta o que eu faria se o cliente me ligasse dizendo que encontrou um bug no meu programa.
“Eu diria a mesma que já me disseram uma vez: Esse é um problema com uma dll do windows, só vai funcionar se você atualizar o seu sistema ou remover programa tal.”
Eu sou foda.