Embora muitos gamers mais hardcore torçam o nariz para o Nintendo Wii (que não tem – oh! – capacidade de gerar putilhões de polígonos 3D), os números comprovam que ele é um sucesso absoluto. Fato, Wii não é um videogame
somente para jogadores veteranos, mas para qualquer um. O controle sensível a movimentos chama a atenção, e resolve o problema de muita gente que era zoada por ficar ‘balançando’ o controle enquanto jogava (uma prima minha, por exemplo, virava não só o controle, mas TODO o corpo, em jogos de corrida…).
E o exôdo do Twitter já começa a criar conflito entre os usuários. De um lado, os que pularam de corpo e alma no Jaiku. De outro, os que veêm no Pownce uma interface mais amigável e com um nome com menor possibilidade de trocadilhos idiotas. E, no meio disso tudo, aqueles que ainda mantém a fé no Twitter, e não arredam pé de lá tão cedo. Ainda é cedo para afirmar qualquer coisa (até porque ainda não escolhi meu lado nessa história), mas prevejo uma guerra
de proporções cósmicas para muito em breve, com muito sangue, choro, tripas voando, e acusações de todos os lados sobre qual serviço é superior.
Ou seja, nada muito diferente de qualquer coisa que role na internet.
Depois de vários dias apresentando instabilidade e quedas constantes, e já há quase uma semana com várias funcionalidades “capadas” (não é possível receber os updates via Instant Messengers, o RSS tá de mal a pior, e só é possível ver os twitts da primeira página, já que o link para os textos mais antigos está desabilitado), o serviço web 2.0 coqueluche de 2008, o Twitter, começa a ser gradativamente abandonado por vários usuários, que viram nessa última semana o que a falta de planejamento e de alocação de recursos pode fazer a um site.
Com quedas constantes, funcionalidades essenciais indisponíveis, programas de terceiros tendo dificuldades para acessar a API, problemas no banco de dados, e mais um sem número de problemas, o Twitter está em um daqueles momentos que poucas startups gostariam de estar: o abandono de usuários, e o declínio constante da reputação. Será difícil, depois de tudo o que vem acontecendo, o site recuperar seu status de rei do microblogging.
E como diabos isso foi acontecer? Resumindo o que especialistas vêm dizendo, os mantenedores do Twitter não projetaram o mesmo, tanto em termos de software quanto de hardware, para a quantidade atual de usuários, atualizações e serviços externos (que acessam a API do Twitter). Ou seja: compraram um Pentium 100 quando deveriam ter comprado um Pentium Dual Core, e o servidor começou a pedir água com mais e mais frequência (já que o número de usuários só cresceu), até chegar ao estado atual.
Dias atrás, me peguei numa discussão qualquer com o Rafa sobre formatos de vídeo e o melhor gadget para usar em um ônibus lotado, quando rolou uma confusão sobre o termo “MP4″. Nada mais natural: enquanto eu estava falando sobre meu aparelho xing-ling, ele estava falando sobre o formato de vídeo. E ninguém se entendia nessa Babel de nomes.
A confusão é comum, mesmo entre aqueles que, ao contrário do Rafa, não ficam pagando de gatinho só porque tem um Ipod Touch (e que eu pretendo comprar um dia, pra pagar de gatinho também, só porque vi uma resenha feita pelo Kid e fiquei babando no bicho) , e ignoram todos os outros aparelhos. E aí, vem a pergunta: o que diabos é realmente um MP3, um MP4, e porque diabos qualquer porcaria nova é lançada com um MPX+1?
Para entender, vamos a um pouco de história…. O MP do nome é na verdade a abreviação de MPEG (Moving Picture Experts Group), um grupo de pesquisadores que desenvolvem padrões para compressão de áudio e vídeo digital. Um dos primeiros padrões liberados por eles foi o MPEG-1, um padrão de compressão com perda de dados (ou seja, quando são removidas partes do arquivo que o olho/ouvido humanos não conseguiriam perceber normalmente). E adivinha qual era um dos formatos tratados nesse padrão? Exato, o MP3, assim como o MP1 e o MP2. Percebam que, até aí, a numeração não significa que um é melhor que o outro, mas sim finalidades diferentes.
(A título de curiosidade, em 1997~1999 era comum encontrar arquivos de música na internet com o formato .mp2 – Mas eles eram obviamente maiores que os .mp3, além de fazerem pouca diferença para ouvidos pouco treinados, e vocês nem eram nascidos naquela época). Leia o resto do post »

Pelo menos não uma desculpa plausível, já que um grupo de argentinos (argh!) criou o plugin supremo para o Firefox: o FireNes, que permite a você ter acesso a uns…. 2500 jogos do Nintendinho, direto do Firefox, sem precisar acessar qualquer página pra isso. (tá, não é bem assim: na verdade, eles usam o VirtualNes para puxar os jogos…). Como é um plugin para o Firefox, tudo o que você precisa fazer para jogar é…. baixar o plugin, reiniciar o navegador, e só.
OK, a segunda temporada precisava melhorar muito para ser considerada ‘fraca’, mas todas as notícias e entrevistas envolvendo a terceira temporada de Heroes dão conta de que os produtores perceberam a burrada que fizeram, e parece que agora a coisa vai.
Infelizmente, a terceira temporada de Heroes só começa em setembro nos EUA, mas não custa nada começar os preparativos para a série fazendo uma listinha com os poderes que seriam mais interessantes de ver na série. A maioria são poderes “simples” (em termos de efeitos especiais) e focam principalmente no desenvolvimento dos personagens, o que faria a série ainda mais interessante do que que apenas um monte de luzinhas e explosões (na minha nem um pouco humilde opinião).
E, sim, esses poderes são copiados de outras histórias. Se você acha Heroes original, precisa ler mais quadrinhos. Sério.
E eis que a Feed-se de Maio já está no ar, prontinha paa download! Essa edição foi toda trabalhada em cima das critícas e sugestões dos leitores, e com isso a equipe foi capaz de fazer uma edição muito melhor que a piloto, e temos certeza que com o feedback de vocês, leitores, a #2 seria ainda melhor. Aproveitem, baixem agora. Tem um texto meu lá, que dificilmente será publicado aqui.
Quer motivo melhor para ler a revista? Então veja que mais participa nessa edição:
- Jonny: Você sabe o que é Podcast?
- Liliana: Blogs São Diários Pessoais…
- Graveheart: Férias frustradas de um blogueiro
- Celso Júnior: A Culpa é do Estagiário
- Janio Sarmento: O outro lado do contrabando
- J. Noronha: Posso estar lhe enchendo o saco?
- Fernando Mafra: Lamen, muito além do Miojo
- Ricardo Cobra: A História e a produção da Tequila
- Alessandro Martins: Se os escritores fossem blogueiros
- Bender: Minha mulher me trocou por um blog
- Celso Júnior: O dia depois de amanhã
- Nospheratt: La Cumparsita – História de um tango
- Daniel Becher: Xis: Você ainda vai comer um
- Lu Monte: Exposição: 200 Anos da Indústria no Brasil
- Celso Júnior: Entrevista com Canha
- Lucia Freitas: Volta a blogar Fugita!!!
Também participaram do projeto:
Manoel Netto
Nick Ellis
Bruno Alves
Conrado Navarro
Dona Chimosa
Quando eu digo que 95% do sucesso é baseado em trabalhar idéias tão simples que qualquer um poderia ter tido, mas ninguém levou pra frente, tem gente que acha absurdo.
Agora, dá uma olhada nesse site, o 1cup1coffee. Sabe o que ele faz? Cria uma página exatamente igual ao Windows Explorer, com vários ícones do Word, Excel e Powerpoint. Só que cada um desses ícones leva para um jogo! Se você usa o Internet Explorer e o tema azul padrão do XP, é alta a chance de que qualquer um que passe perto de você pense que você está navegando por uma pasta qualquer, e não procrastinando. E, o que é melhor: para sair do jogo e mostrar a página, basta ser rápido no Alt + Seta Esquerda, o comando de voltar no IE e Firefox. Não é o tipo de idéia que qualquer um poderia ter tido e executado? Então.
Há incovenientes, porém. Usuários do Vista, ou do XP que utilizem outros visuais fora do padrão, terão problemas para disfarçar. E, convenhamos: em uma empresa com o MÍNIMO de controle sobre o tráfego da rede, isso é tão útil quanto….. sei lá, apagar o histórico na máquina local?
Fica a dica: se tudo o que te impede de procrastinar no trabalho é o alto indíce de ‘pescoçudos’, esse site será uma salvação.
Logo depois de ler a notícia sobre um funcionário da Livraria Cultura que, descobrindo possuir câncer cerebral, teve os benefícios do plano de saúde cortados a mando da empresa, descobri, no mais puro dos acasos, uma entrada na Wikipédia sobre o caso Isabella Nardoni. Vão, lá, leiam os dois textos.
Não é interessante que, num país como nosso, um claro abuso dos direitos humanos seja tão pouco noticiado, mas uma tragédia “comum” (em comparação com muitas outras tragédias que acontecem todo santo dia) ganha um texto na Wikipédia com tamanho suficiente para figurar entre os mais completos da Wikipedia em português?
Só isso já explica muito sobre a cultura do nosso povo.
UPDATE: Muitos me atualizaram das últimas informações sobre o caso do funcionário com câncer, pode ser interessante ler a carta aberta que a empresa está enviando para os blogs e sites que trataram do assunto. Ao que parece, a história é bem mais complicada do que parece. Ou tudo não passa de uma grande lavação de roupa suja em público.
Depois da famosa história do ‘hacker’ que pediu o IP numa sala de chat, obteve como resposta ‘127.0.0.1′, e conseguiu invadiu o próprio computador, essa é provavelmente a coisa mais engraçada envolvendo pretensos ‘hackers’ que não tem a menor idéia do que estão fazendo:
Reparem na imagem: tudo o que o autor fez foi criar um programa que gerasse um arquivo txt com todos os endereços IP possíveis (de 0.0.0.0 a 256.256.256.256) e jogou em um site de torrents. O resultado? Dezenas de ‘hackers’ baixando, e provavelmente se achando o máximo!



