Polvora! Comunicação - Uma fusão que promete

Graveheart julho 29, 2008

view video[bb]
Fusão, for dummies

E foi descoberta a pólvora: resultado da fusão entre a BlogContent e o Grupo RMA, a Polvora Comunicação surge como uma nova empresa de consultoria em mídias sociais, trazendo uma equipe especializada e competente (oi pai! oi mãe!) para melhor atender esse mercado.

E, para comemorar esse nascimento, fizemos uma grande festa de lançamento, com a presença de blogueiros e profissionais web ilustres, que ficaram o tempo todo perguntando “ah, então é VOCÊ o GraveHeart?” que curtiram ao som de boa música, bebida e bate-papo a versão beta do Content Stream, ferramenta desenvolvida pela empresa que agregará conteúdo de diversos canais de comunicação, ideal para empresas / profissionais que queiram seguir uma tag ou palavra-chave dentro dessas mídias (eu mesmo já estou usando para meu novo projeto, o Baleiando…). Mais sobre a festa e sobre a Polvora! pode ser visto no blog do Mário Soma, diretor executivo da empresa, e também no blog do Interney.

E não, esse não foi um post pago, e muito menos um publieditorial, mas uma prestação de contas com meus leitores, mostrar no que estou envolvido. Os dias estão sendo maravilhosamente corridos, a busca por um espaço para morar em SP demandou tempo, mas aos poucos vou voltando. :)

Seria o caso de reiniciar o metrô?

Graveheart julho 13, 2008

Caminhar por São Paulo com um celular[bb] que tira fotos é divertido: com um pouco de paciência e muita sorte, é possível encontrar várias cenas que passam desapercebidas pela maioria dos paulistanos. Nessas duas últimas câmera digital[bb] que tirei, por exemplo, podemos ver um caixa eletrônico do Banco do Brasil durante um chkdsk e, logo depois, um erro naquelas ‘TVs’ do metrô. Dessa vez, ao invés das propagandas feitas em flash (algumas, de gosto duvidoso) os usuários da linha vermelha foram ‘brindados’ com uma mensagem do Windows, dizendo que a resolução estava muito baixa…..

Leia o resto do post »

Hancock não é um filme de super-herói

Graveheart julho 4, 2008

Pelo menos, não o tipo de filmes de super-herói que estamos acostumados a ver. Hancock é um filme sobre auto-aceitação, responsabilidades, destino, e muito mais.

Não nego, desde o momento em que vi a sinopse do filme (meses atrás) até segundo antes de entrar no cinema para a pré-estreia de Hancock, já imaginava que veria um filme paródia típico, um “o que aconteceria se Kal-el tivesse caído no Harlem”. E, até a metade do filme, essa visão parece ser a concreta, até que em um plot twist que fez a cabeça de muitos explodirem mudou por completo minhas expectativas sobre o filme. De um filme em que eu já conseguia prever todos os próximos passos do roteiro (e, convenhamos, isso é cada vez mais comum..), fui pêgo de surpresa e acabei preso na cadeira, tentando prestar atenção em cada detalhe, cada cena, cada diálogo, buscando entender até onde tudo aquilo levaria.

Leia o resto do post »

Viver e morrer em Sampa

Graveheart julho 1, 2008

Lembro da primeira vez que estive sozinho em São Paulo. Era em 1999, eu queria ir para um evento de anime (MangáCon, até onde minha memória permite lembrar….) e havia combinado tudo com um (ex-)amigo meu: iríamos os dois juntos para Sampa, para ver o evento, evitando assim vários possíveis problemas de segurança durante a viagem (já que, na cabeça de nossas mães, era mais difícil dois jovens morrerem do que um só, ou algo assim). Só que, no dia em que iríamos, ele resolveu ficar em casa mesmo, me deixando numa sinuca de bico: ou eu iria sozinho e encararia uma cidade em que mal havia colocado os pés em 19 anos de vida, ou deixaria para lá e passaria o resto da vida me arrependendo. Optei pela primeira opção, mas antes fui avisar minha mãe, para evitar qualquer mal entendido (como encontrar esse meu amigo na padaria, por exemplo).

Minha mãe, pessoa que sempre me apoiou, citou várias frases de encorajamento frente à minha idéia de ir ao evento sozinho. “Você vai morrer!”,Vão te sequestrar”,Vão remover todo o seu sangue em um ritual satânico” e outras frases de apoio que ela usou não foram o suficiente para que eu desistisse da minha idéia, e logo eu estava na rodoviária da minha cidade, juntando os poucos trocados que tinha guardado para aquele dia, e comprando uma passagem para aquela que seria minha primeira aventura de “adulto” (até onde um evento de anime possa ser considerado “adulto”, bem entendido…).

Foi provavelmente a viagem mais tensa que já fiz, com medo de tudo e de todos, sem ter a menor idéia de como sequer funcionava o sistema de metrô. “Ei, o meu bilhete não voltou! Por que o seu voltou???”. Felizmente, apesar de ter errado o caminho para o evento umas três vezes (e, se eu não me engano, era só seguir uma linha reta do metrô Vergueiro até lá…), a viagem transcorreu sem maiores problemas, e voltei para casa feliz por ter conhecido uma parte dessa cidade gigantesca.

Leia o resto do post »