Japonês maluco lança campanha online para poder casar com uma personagem de mangá

Graveheart outubro 30, 2008

O Japão[bb] acaba de criar um novo parâmetro para bizarrices: No momento em que você está lendo essa notícia, mais de 1.000 pessoas já assinaram uma petição online para que o governo japonês aprove uma lei que permita o casamento[bb] entre pessoas reais e personagens de mangá/anime.

(Pausa para a notícia ser processada por vocês, já volto…)

A campanha on-line foi criada por Taichi Takashita (que pretende alcançar 1 milhão de assinaturas), que declarou interesse nessa lei absurda por se sentir mais confortável em um mundo ‘bi-dimensional’. Nas próprias palavras dele: “Eu não estou mais interessado em três três dimensões, seria muito melhor viver em mundo bi-dimensional”,

Esse tipo de sentimento parece estar se tornando cada vez mais comum entre os jovens japoneses (principalmente os otakus[bb] e geeks), que gastam cada vez mais tempo em mundos virtuais (como animes, mangás e jogos on-line) para fugir dos desafios e cobranças da vida moderna. Só lembrando, essa campanha foi lançada apenas poucos dias depois de uma japonesa ser presa por matar o ex-marido ‘virtual’… E, semanas atrás, a polícia prendeu uma outra mulher que postou uma mensagem online dizendo que planejava matar seus pais após eles mandarem ela se livrar dos milhares de mangás que ela mantinha na casa dela…

Para ter uma idéia de como a idéia de casar com um personagem ficcional pegou por lá, um dos que assinou a petição escreveu: “Por muito tempo eu só consigo me apaixonar por pessoas bidimensionais, e no momento há alguém que eu amo. Mesmo que ela seja ficcional, ainda é amor. E eu gostaria de ter aprovação legal para essa relação a qualquer custo”.

Considerando que, apesar de todos os avanços tecnológicos das últimas décadas, ainda é IMPOSSÍVEL um ser humano procriar com um personagem de revista (só melecar as páginas[bb] não conta) é bem provável que veremos uma diminuição crítica na população japonesa durante as próximas décadas, caso essa lei seja aprovada. Mas, por via das dúvidas, se essa lei surgir por aqui, já escolhi alguém para dividir meu futuro:

E você? Com quem casaria?

Fonte: Telegraph.co.uk

PS: Embora a notícia esteja sendo amplamente divulgada, em nenhum lugar (entenda-se: google) é possível encontrar um link para a petição online. Uma pena, mas imagino que estão evitando linkar para que a petição não alcance um trilhão de assinaturas em dois dias. :P

PS2: Sim, a última frase e a minha escolhida são apenas uma piada. Sou nerd, mas tenho namorada. :P

Intercon 2008 e a vitória do 3G

Graveheart outubro 27, 2008

Convidado pela agência em que trabalho a participar do Intercon, não pude deixar de comparecer. Como esse tipo de convite (evento pago!) não se recusa, acordei no sábado de manhã e arrumei minhas coisas, já pensando que o ideal para twittar do evento seria usar meu Ipod Touch, fiel companheiro em locais com Wifi decente, deixei ele em um lugar acessível da mochila, levando o PSP e o notebook apenas ‘por precaução’, caso o Touch falhasse de alguma forma. E, num momento que só pode ser definido por ‘inspiração divina’, olhei para o meu modem 3G que estava em cima da cama e coloquei na mochila. Pequeno, não ia fazer diferença, né?

Legal, já estou no evento. Não faço a mínima idéia de onde faço o check in, e não há nenhuma placa sinalizando. Mas o local está lotado, não faz mal perguntar. Descubro qual o procedimento e, enquanto estou na fila, tento pegar uma rede sem fio. Olha tem uma aqui, com o nome de ‘Imasters Intercon’, e… e… não navega. Continuo tentando, mas desisto quando a fila termina e eu sou chamado. Oras, mas vejam só, havia um cartão no meio da pasta explicando que havia uma rede fechada só para o evento. Eu só tinha que selecioná-la e digitar a senha…

Só que ela não aparecia no touch, pelo menos não no primeiro andar. Mas, beleza, já tá todo mundo subindo, o evento já devia ter começado, vou subir as escadas também. Se as palestras são lá, o sinal deve ser mais forte. Opa, achei a rede. Legal, pediu a senha, agora é só digitar. Conectou! Vamos mandar uma twittada, começar a cobertura do evento! Ué, não navega? Como assim?

Tento pelo menos mais umas duas vezes, desconecto, reconecto, e nada. Necas. Mas, tranquilo, eu tenho o PSP. Zero de conexão. OK, o auditório abriu, vou sentar em alguma lugar e enquanto as palestrar não começam, ligo o notebook e testo a rede…

intercon

FAIL. A rede é encontrada, o notebook conecta, mas não navega. Ou navega, mas a conexão cai menos de cinco minutos depois. Nhé. Deve haver alguma solução que não envolva banhar os roteadores no sangue de loiras virgens. Enquanto fecho os olhos para tentar imaginar um evento de internet sem internet, lembro DELE. Vasculho todos os cantos da mochila, encontro o meu modem 3G, e… sem sinal dentro do auditório! Mudo pra Edge e consigo algum sinal, mas a navegação é lenta e com quedas.

Estou num beco sem saída: Wifi baleiando, 3G sem funcionar dentro do auditório (fora OK) e eu com um Ipod Touch, um PSP e um notebook servindo como peso de mochila. Já pensando em como seria legal voltar a comentar o evento com as pessoas do meu lado (ao invés de twittar, como alguém normal faria), encontro o Fugita, que sugere trocar os chips entre o meu modem e o celular: assim eu poderia twittar ‘rapidamente’ pelo EDGE, usando as versões mobile das páginas. Boa, Hiro! Transfusão realizada, me certifico de que não há peças faltando, ligo o celular e começo a twittar do evento.

interconVoltando do almoço, faço mais um teste com o notebook. Nada, zip, zero de conexão. Aliás, não só o meu, mas o de várias outras pessoas. Incluindo os próprios equipamentos do local. Como eu ia ficar do lado de fora assistindo as oficinas de programação, desfaço a operação de troca de chips, ligo o 3G e rodo normalmente até a bateria do note pedir arrego, já quase no final do evento.

No final, o grande ’salvador’ do Intercon (pelo menos pra mim) foi, vejam só, o 3G. Mesmo algumas pessoas acabaram preferindo compartilhar conexão com os amigos, ao invés de ficar tentando conectar na rede oferecida pelo Intercon.

Não deixa de ser engraçado: quem diria que, num evento sobre a internet, os visitantes teria que trazer meios de conexão de casa? :P

Yatta! As 50 melhores cosplayers com decote!

Graveheart outubro 24, 2008

Lembram quando comentei que a regra da física dos animes não se aplica à vida real, gerando uma série de mulheres com pouca roupa e menos liberdade de movimentação ainda? Tipo, no desenho fica muito legal, chama a atenção, mas basta uma mulher de carne de osso vestir e você percebe que… tipo, não é exatamente o tipo de coisa que eu deixaria minha namorada usar…

Pois então, um maluco com muito tempo livre (e uma tara doentia – embora justificável) fez uma lista com as 50 melhores cosplayers com decote! E é como eu já falei: para a felicidade de muito nerd babão, as regras da anatomia simplesmente não se aplicam aqui, e obviamente as mulheres acabam mostrando mais do que deveriam. Diga-se de passagem, MUITO mais do que deveriam.

A lista completa você vê nesse link, mas abaixo eu compilei um top 5 das melhores cosplayers.  Diga-se de passagem, NSFW.

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Da série “Japão Maluco”: Mulher divorciada mata ex-marido. Tudo dentro de um jogo virtual!

Graveheart outubro 23, 2008

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Sabem o que eu mais curto no Japão? Quando você pensa “Legal, não tem COMO surgir uma notícia mais maluca do que essa!”, os caras vêm e… aprontam algo pior!

Nessa última, uma japonesa de 43 anos, jogadora de Maple Story, foi presa pelo assassinato do ex-marido. Só que ela era ‘casada’ apenas dentro do jogo, e matou o ‘ex-marido’ simplesmente invandindo a conta dele e EXCLUINDO o personagem!

O Maple Story é um daqueles MMORPG’s fofinhos típicos da Ásia, onde além de matar monstros você se envolver em atividades sociais e até mesmo casar (algo cada vez mais comum em jogos virtuais). O problema é que o marido virtual (um japonês de 33 anos, vivendo a mais ou menos 100 quilômetros dela) achou que tudo bem se eles se divorciassem dentro do jogo SEM ELA FICAR SABENDO, e que a vida continuaria sem problemas…

E, não sei se vocês sabem, mas… fúria de mulher traída é implacável tanto na vida real quando na virtual. Tomada pelo ódio, essa gentil professora de piano aproveitou que tinha o login e senha do ex-marido virtual (que é uma MULA, como assim passou a senha pra mulher e depois largou ela no mundo?), acessou a conta e APAGOU o personagem. Simples assim.

O resultado do “assassinato virtual” foi a prisão por suspeita de invasão de computador e manipulação de dados eletrônicos (o bom e velho ‘hackerismo’), e se julgada culpada pode pegar até 5 anos de prisão ou uma multa de módicos U$ 5.000,00. Pessoalmente, acho pouco.

Fonte: Kotaku

Ranking da Bliposfera Brasileira

Graveheart outubro 22, 2008

Depois de pornografia, o que mais se encontra na internet são: rankings. E, já que o Blip.fm liberou a API para alguns usuários, percebi que era hora de testar minhas skills em programação e gerar um ranking da bliposfera brasileira, coisa que ninguém (ainda) teve saco inspiração para criar. :)

Na verdade, acabei criando DOIS Rankings: O primeiro mostra os blippers com o maior número de ouvintes. O segundo exibe os blippers que tiveram a maior quantidade de ‘props’ (uma espécie de ‘aprovação’ que os ouvintes podem dar a um blipper).

O processo de obtenção dois dados relativamente simples:

  • Acessar a API do Blip.FM;
  • Buscar todos os listeners de alguns dos maiores usuários brasileiros de Blip.fm;
  • Filtrar apenas os usuários brasileiros;
  • Verificar dentro dos listeners quantos listeners eles possuem, assim como a quantidade de props;
  • Descobrir um bug idiota no algoritmo;
  • Voltar para o primeiro passo, descendo mais dois níveis para cada listener.
  • Gerar um array com valores descrescentes, tanto para listeners quanto para props;
  • Listar apenas os 25 primeiros.

Simprão, né? Só que DEMORA, carrega muito o servidor, e faz uma quantidade absurda de requisições à API do blip.fm. Ou seja, não esperem uma atualização do ranking com periodicidade menor que mensal. ;)

IMPORTANTE: Se você tem mais listeners ou props e não aparece na lista, verifique se você colocou seu ‘Homeland’ como ‘Brazil’. Não me culpe pela sua falta de patriotismo. :P

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