Uma das melhores cenas do cinema da década de 90 é também a que dá o título desse post. Jack Nicholson e Helen Hunt no filme Melhor é Impossível (As Good as It Gets):
Melvin (Jack) depois de passar o filme todo sendo um babaca (culpa em parte de uma desordem obssesivo-compulsiva), é “intimado” por Carol (Helen) a lhe fazer um elogio, e dos bons. E ele manda essa: “Você me faz querer ser um homem melhor“. Simples assim. Que mulher não gostaria de receber um elogio assim? Que homem não não gostaria de ouvir isso (fazendo as devidas adaptações de gênero, claro….)?
E o exôdo do Twitter já começa a criar conflito entre os usuários. De um lado, os que pularam de corpo e alma no Jaiku. De outro, os que veêm no Pownce uma interface mais amigável e com um nome com menor possibilidade de trocadilhos idiotas. E, no meio disso tudo, aqueles que ainda mantém a fé no Twitter, e não arredam pé de lá tão cedo. Ainda é cedo para afirmar qualquer coisa (até porque ainda não escolhi meu lado nessa história), mas prevejo uma guerra de proporções cósmicas para muito em breve, com muito sangue, choro, tripas voando, e acusações de todos os lados sobre qual serviço é superior.
Ou seja, nada muito diferente de qualquer coisa que role na internet.
Não é interessante que, num país como nosso, um claro abuso dos direitos humanos seja tão pouco noticiado, mas uma tragédia “comum” (em comparação com muitas outras tragédias que acontecem todo santo dia) ganha um texto na Wikipédia com tamanho suficiente para figurar entre os mais completos da Wikipedia em português?
Só isso já explica muito sobre a cultura do nosso povo.
Imagine que você é uma garota normal de dez anos que, um belo dia, sofre um acidente e, embora escape com vida, entra em um estado de coma irreversível. Respira, desenvolve-se, possui todas as funções vitais, mas (provavelmente) nunca mais será capaz de acordar.
Nunca sentirá aquele friozinho na barriga, segundos antes do primeiro beijo. Nunca brigará feio com a mãe, por chegar às 4h da manhã daquela festinha. Nunca vai dormir abraçada ao travesseiro, chorando feito boba por aquele garoto que te trocou por outra. Nunca experimentará a vida em seu ápice. E, mesmo que um dia acorde, você será uma criança no corpo de um adulto. Terá 10 anos em sua cabeça, mas terá que aceitar a realidade de que agora tem 20, 30, 40 anos, e que passou a maior parte da vida deitada na cama, inerte. Tudo isso, pela irresponsabilidade de pessoas incompetentes e pouco preocupadas com a vida do próximo.
Como todos já devem saber, agora a pouco a cidade de São Paulo teve tremores de terra, um verdadeiro terremoto, deixando várias pessoas em pânico. O G1 já deu a notícia, e já comentam que o terremoto em São Paulo atingiu 5.2 na escala Richter, um valor consideravelmente alto, suficiente para fazer prédios balançarem. Várias pessoas comentaram, no twitter, ao vivo, sobre o ocorrido, e inclusive minha namorada me ligou, assustada, achando que alguma coisa estava acontecendo no prédio dela.
Nesse cenário, é difícil não entrar em pânico. O Brasil é um país conhecido por estar em uma área naturalmente livre deterremotos, o que deixa a população naturalmente em pânico, por não saber como se prevenir: Há relatos de que as ligações para o corpo de bombeiros foram tantas que as linhas ficaram congestionadas. Assim, fica a dúvida: Como agir em caso de terremotos?
Você trabalha com TI? Já teve que aguentar todo tipo de loucura dos usuários? Já encontrou bugs nefastos em sistemas utilizados na empresa? Já passou por situações onde a única coisa que passou pela sua cabeça foi "What the fu#!@ck?"
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