Aliás por falar em revistas
Aliás, por falar em revistas.
Esse mês as revistas da JBC deram uma caída considerável na qualidade. A começar pelo papel, que está bem mais mole que o normal (pelo que pude constatar na Samurai X e Video Girl Ai), até os erros cada vez mais estranhos na tradução, e o fato de terem tirado a introdução dos mangás para um singelo “comece a ler seu mangá a partir daqui”.
Estranho, ainda mais levando em conta que a JBC lançou Love Hina às pressas, sem estardalhaço ou qualquer anúncio decente. Pra quem não tem internet, LH é só mais um mangá qualquer que chegou. Aliás, se abusar, muita gente nem percebeu que tem LH nas bancas. Ou devem estar achando que é mangá no mesmo nível que aqueles lançados pelo Zé Roberto. Bem ao contrário da Conrad, que em matéria de “propaganda subliminar” paga pau pra muita editora grande por aí.
Por mim, a JBC lançou Love Hina numa tentativa desesperada de vender bem. Lógico, ninguém nunca vai admitir isso. Até porque as “relações públicas” da JBC são quase escassas. Bem ao contrário (novamente) da Conrad, cujos funcionários sempre se encarregam de lançar umas notas aqui e ali na net sobre os lançamentos e situação da editora (por falar nisso, preciso ver se descolo uns press releases dos produtos da Conrad. Mas isso, só depois da Herói Mangá #3…. )
E, se já não é ruim o suficiente, a Henshin está parada, em “reformulação”. Fascinante, levando-se em conta que a revista vendia assinaturas até um tempo atrás….
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