E aproveitando a leva rasguei meu braço
E, aproveitando a leva: rasguei meu braço no portão da faculdade.
Tá, não foi bem um rasgo, mas aquele arame solto deixou sequelas que só fui perceber logo depois, quando uma garota da minha sala (fato rápido: só há quatro garotas na minha sala…) perguntou “Paulo, porque seu braço está sangrando?”. Quando vou ver, era um rasgo de dois centimetros no meu braço direito, e um filete de sangue escorrendo até minha mão.
Mais uma vez, isso é frustrante. Custava ser uma cicatriz em forma de “X” no rosto?
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