Nada de útil pra fazer no trabalho puder

Nada de útil pra fazer no trabalho (pudera, manhã de quarta-feira de cinzas é dose…), então vou blogar um pouco.

Uma coisa que esqueci de comentar sobre o meu final de semana é que a minha irmã emprestou o DVD Box da 2ª temporada de “Sex and the City”. E, de sábado pra segunda, acabei assistindo tudo.

Resumidamente, a série fala sobre as aventuras sexuais de quatro mulheres solteiras vivendo em Nova York. Uma espécie de “Felicity” ou “Barrados no Baile” para quem já passou da idade de suspirar pelo gatinho da série.

Durante os 18 episódios da temporada, somos jogados no meio de toda a “bizarrice” dos relacionamentos novaiorquinos, com direito a vouyers, ex-alcoólatras, um gay hetero (ou um hetero gay?), e a uma série de comentários que as mulheres provavelmente devem fazer enquanto conversam no banheiro. Fica estranho para um homem ouvir quatro mulheres conversando abertamente sobre homens de pênis pequeno, ou que gostam de falar besteira na cama, ou que namoram com um viciado em sexo oral. É… é simplesmente estranho, tratar tão abertamente assim o universo feminino em uma série americana (país conhecido por seu conservadorismo extremo e pelo machismo ultrapassado). Deve ser por isso que faz sucesso. A identificação das personagens com suas fãs deve ser evidente.

Mas não acho que a série consiga fazer muito sucesso entre os homens. Bom, pelo menos EU não quero saber o que as mulheres conversam no banheiro, a ignorância é uma benção, muito obrigado.

PS: É impossível não fazer uma comparação com “Sexo Frágil”, série naufragada da Globo. A diferença é que a série tupiniquim é bem mais contida (talvez por isso ela gire em torno de homens), e não oferece nem um terço da graça da série original.

Tags:

Se você gostou deste post, escreva um comentário e/ou cadastre-se em nosso feed.

Comentários

Ainda não há comentários.

Desculpe, este post está fechado para comentários.