Passei o final de semana todo meio que e
Passei o final de semana todo meio que em catarse, tentando entender um monte de coisa. Dormi um pouco, assisti alguns DVDs, e aproveitei viagem dos meus pais para pensar bastante nos últimos acontecimentos, sozinho em casa. É impossível não traçar um paralelo entre o que aconteceu na sexta, e hoje também, com todas as outras vezes em que me empenhei em ajudar alguém. Talvez a culpa seja minha, no final das contas. Sempre senti falta de conselhos, de um verdadeiro ombro amigo, de alguém com quem chorar, ou rir.
E hoje, sempre que eu vejo alguém numa situação parecida com que já passei, tento fazer com ela o que nunca fizeram comigo. E projeto nela as reações que eu teria, as medidas que eu tomaria, o entusiasmo que eu sentiria. E quando percebo que é exatamente o contrário, que ninguém me enxerga como alguém capaz de ajudar, eu percebo que o que eu fiz foi em vão. E a pessoa não melhorou, pelo contrário.
E aí vem a decepção, e com ela a minha grande amiga de longa data, a depressão.
Odeio já ter estudado psicologia. Acabo sempre fazendo auto-análise, ao invés de buscar um especialista….
- Textos Relacionados
- Meu trabalho é uma caixinha de surpresas…
- Brasileiro não entende piada complicada….
- Nota de aniversário
- Como ser educado no trabalho
- Dicas para um bom sysadmin - Parte 5
Se você gostou deste post, escreva um comentário e/ou cadastre-se em nosso feed.

A compreenssão de que o mundo não se mede por você é algo que alguns levam décadas para desenvolver, quando, e se é que desenvolvem. Mas você já fez isso ao perceber que as reações das pessoas é diferente das suas.
O próximo passo é advinhar as reações dos outros e agir de acordo com isso?
Não. Isso é impossível. O próximo passo é entender que a mão no ombro de alguém já é algo bom por si só, tenha dado resultado ou não. Afinal, 80% do trabalho de superar os problemas é da pr´pria pessoa que os tem. Quem esta de fora nunca consegue nem deve tentar colaborar com mais de 20%.